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Glutamina: o que é, para que serve, como tomar e mais

glutamina sabor limão da atlhetica nutrition

A glutamina é um dos aminoácidos mais abundantes no corpo e, ainda assim, está no cardápio de atletas profissionais. Quer entender por que isso acontece? Continue a leitura que explicamos tudo que precisa saber sobre a glutamina!

O que é?

A glutamina é um dos aminoácidos produzidos e sintetizados pelo corpo, sendo um dos mais abundantes. Inclusive, essa síntese acontece nos tecidos musculares a partir do ácido glutâmico, isoleucina e valina.

Para que serve?

L-glutamina ou glutamina é um aminoácido responsável pela restauração dos órgãos internos, músculos, unha e pele.

A glutamina também é responsável por reduzir a taxa de oxidação da leucina e proporciona maior potência muscular onde as moléculas transportam nitrogênio e amônia entre os tecidos, colabora com a absorção de nutrientes.

Além disso, auxilia no equilíbrio dos ácidos e bases corporais e, por fim, é fonte de energia para as células imunológicas presentes no intestino.

A glutamina evita o catabolismo?

Sim, pois auxilia no equilíbrio do glicogênio muscular, dessa forma evita que o metabolismo utilize as fibras musculares como fonte de energia. Por isso é um dos suplementos indicados para atletas profissionais.

Quem pode tomar glutamina? Conheça 2 recomendações

Como dito anteriormente, a glutamina é um dos aminoácidos não essenciais, isso quer dizer que o corpo já fabrica uma grande quantidade. Porém, ela é indicada em duas ocorrências, confira:

1. Atletas profissionais

Os atletas profissionais também se encaixam no tópico anterior, mas eles possuem um detalhe a mais, os treinos são intensos.

Portanto, os atletas causam o overtraining – quando o treino é mais desgastante e o corpo não consegue se recuperar por completo.

Isso acontece com atletas da natação e atletismo, uma vez que os milésimos de segundos são cruciais para garantir a vitória em competições, por isso a prática é pesada.

Inclusive, é interessante também para bodybuilders e fisiculturistas que estão em dietas restritas.

2. Quadro de doenças severas

A glutamina ajuda no metabolismo de pessoas que estejam passando por tratamentos de câncer, que fizeram cirurgias grandes, sofreram acidentes com traumatismos ou queimaduras, além de ser útil em quadros agudos de ansiedade.

Nessas condições, a falta de glutamina dificulta a recuperação de lesões, principalmente quando acontecem em tecidos epiteliais.

Portanto, os médicos verificam a necessidade de acrescentar o aminoácido junto com a alimentação ou em dosagens intravenosas para auxiliar no tratamento.

Possui contraindicação?

Sim, por precaução é recomendado que menores de 18 anos, lactantes e grávidas não consumam glutamina em pó ou cápsulas.

Porém, os alimentos ricos nesse aminoácido podem permanecer no cardápio. Dessa forma, o metabolismo já produz a glutamina em quantidades suficientes para o corpo.

Como tomar glutamina?

A recomendação nutricional é de 8 a 15g por, porcionada em 2 ou 3 vezes durante o dia.

O melhor é que consuma com suco de frutas ou água, combinando com alimentos ou suplementos proteicos para que as moléculas sejam melhor absorvidas.

Quais os melhores horários para tomar a glutamina?

Antes de dormir e antes do treino, em ambos os momentos os aminoácidos entram no metabolismo contribuindo para a recuperação muscular e o pleno funcionamento dos tecidos.

6 alimentos que são ricos em glutamina

As opções são ricas no aminoácido em questão, mas também são destaque em outros macronutrientes como proteína, carboidratos, gorduras boas, valina, isoleucina e leucina.

É a partir dos substratos dos alimentos que é feito o concentrado de glutamina em pó. Sabendo disso, combine com o suplemento e tenha os seguintes alimentos em sua dieta:

  1. Frango;
  2. Ovos;
  3. Leite e derivados;
  4. Legumes;
  5. Peixes;
  6. Salsa.

Posso tomar glutamina sem treinar?

Pode. Para explicar melhor, nós vamos contextualizar com o seguinte cenário:

O uso da bicicleta como meio de transporte se popularizou, principalmente após a pandemia.

Tanto que, segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar feita pelo IBGE, existem aproximadamente 33,2 milhões de bicicletas em residências brasileiras – isso totaliza 16 bikes a cada 100 habitantes.

E muitas pessoas começaram a ir e voltar do serviço de bike, combinando com trabalhos cansativos e, em alguns casos, treinos em academias.

Essa é a fórmula para emagrecer, porém, ao mesmo tempo, perde massa muscular se não tiver uma alimentação nutritiva.

Nesses casos, o consumo de um repositor energético e da glutamina são essenciais para suprir a demanda e reduzir o estresse oxidativo, mesmo que o corpo produza bastante, já que o metabolismo apresenta um gasto energético alto e precisa da glutamina para equilibrar o glicogênio muscular e auxiliar na recuperação.

E há perigos se tomar demais?

Sim, a ingestão de glutamina em excesso desenvolve uma insuficiência renal e cria uma resistência à insulina – é o que acontece com a diabetes tipo 2.

Por isso, é interessante consultar um profissional da saúde, assim ele prescreve a dosagem exata que o corpo precisa.

Concluindo, pessoas saudáveis ou que não praticam atividades intensas não precisam suplementar com esse composto. Como dito anteriormente, a glutamina é indicada para pessoas com doenças graves, acidentadas ou atletas profissionais.

Gostou das informações?

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